
Foram criadas propositadamente para a Feira de S. João algumas personagens, com base nos textos de Norberto Gonçalves,
Blog do Núcleo de Animação Cultural da Câmara Municipal da Guarda

Foram criadas propositadamente para a Feira de S. João algumas personagens, com base nos textos de Norberto Gonçalves,


Não há Feira de São João sem música, e por isso a organização preparou um extenso cartaz musical de onde se destacam o grupo de tocadores de gaita-de-foles Cornes, o tocador de realejo José Henrique Neto, o acordeonista José Manuel Pinto (que vai animar a fogueira de São João), o grupo de Camponeses de Aldeia do Bispo, a música sempre bem disposta do Grupo de Gaita de Beiços da Rapoula e da Ronda do Jarmelo, e as “Canções do Ceguinho” de César Prata, acompanhadas pelos tradicionais folhetos. Destaque ainda para o grupo de Cantares de Maçainhas “Ontem, Hoje e Amanhã”, o grupo de Cantares da Arrifana, a sempre bem disposta e acelerada Fanfarra NemFáNemFum, a Banda Filarmónica de Famalicão da Serra e a alegria estudantil da Copituna D’Oppidana do Instituto Politécnico da Guarda, a vivacidade do Rancho Folclórico do Centro Cultural da Guarda e a percussão do Grupo de Bombos “Os Beirões” de Maçainhas e o animado Grupo de Concertinas de Videmonte.
A Feira de São João é promovida pela ProRaia e tem parceria da Câmara Municipal da Guarda e a produção da Culturguarda.

A Feira de S. João da Guarda é uma das mais antigas da nossa região. Segundo Gama Barros, a Feira de S. João da Guarda foi criada por carta régia, em 15 de Março de 1255, por D. Afonso III. A Feira da Guarda foi instituída a pensar na organização interna do país e no seu desenvolvimento. A economia da zona estava baseada na produção agrícola e do gado, no artesanato e no comércio e a sua situação privilegiada como um lugar de passagem fomentou seu carácter urbano e mercantil.





